O RedTouch®/RedTouch PRO é um laser de 675 nm proposto para fotorejuvenescimento não ablativo, com foco em remodelação de colágeno e melhora de textura, linhas finas e tonalidade em pacientes selecionados. Na consulta, a decisão não é "qual laser é melhor", e sim qual estratégia é mais segura e coerente com sua pele, seu fototipo e sua rotina.
A proposta do RedTouch PRO é refinar a qualidade da pele com um estímulo gradual e controlado, sem depender de um pós-procedimento longo. Em outras palavras, ele costuma entrar quando o objetivo é elevar Skin Quality: textura mais uniforme, poros visualmente menos evidentes, linhas finas suavizadas e aparência mais "descansada", mantendo identidade e movimento.
Ao mesmo tempo, é importante ser objetiva: "não ablativo" não significa "sem reação". O que muda é que, quando bem indicado e bem conduzido, tende a haver menor impacto na superfície em comparação com tecnologias ablativas, o que ajuda quem precisa de previsibilidade na agenda.
O ponto central aqui é o comprimento de onda. O RedTouch é descrito como um sistema que utiliza 675 nm com alvo preferencial em estruturas dérmicas associadas ao colágeno, o que embasa sua proposta de remodelação progressiva.
Por outro lado, lasers como o Laser de CO2 (ablativo) atuam com outra lógica, muito associada à água tecidual e à renovação mais intensa de superfície. Assim, não é uma disputa de "melhor ou pior": é uma escolha de ferramenta, conforme risco de mancha, tolerância, necessidade de downtime e objetivo clínico.
Além disso, há literatura clínica descrevendo o uso de fontes de 675 nm para fotoenvelhecimento e, em contextos específicos, para pigmento (sempre com seleção cuidadosa). Portanto, a conversa correta não é "serve para todo mundo", e sim "em quem faz sentido com segurança".
Em geral, o RedTouch PRO costuma ser considerado quando a prioridade é refinar a pele sem "trocar a face", com evolução gradual. Ainda assim, o enquadramento final depende da sua história e do exame.
Se você também pesquisa caminhos complementares dentro do ecossistema, faz sentido comparar objetivos com tratamentos faciais, com hidratação da pele e rejuvenescimento e com acne e cicatrizes - porque, muitas vezes, o "procedimento certo" depende do diagnóstico base e não do desejo isolado.
Mesmo em tecnologias não ablativas, há momentos em que adiar é mais inteligente do que insistir.
Nessas situações, primeiro se organiza base e risco. Depois, com a pele mais estável, decide-se com mais segurança.
A decisão pelo RedTouch PRO, na minha prática, segue uma sequência simples e auditável. Dessa forma, a escolha fica mais previsível e menos sujeita a impulso.
Primeiro, eu transformo sua intenção em um objetivo clínico mensurável: textura? poros? linhas finas? mancha? vermelhidão? flacidez leve? Em seguida, eu verifico se esse objetivo é melhor atendido com um laser 675 nm ou com outra alavanca.
Se o foco for estrutura e contorno, por exemplo, Liftera 2 pode fazer mais sentido como etapa de suporte, enquanto tecnologias de energia térmica podem entrar para refinamento. Para entender essa lógica por camadas, vale comparar com dermatologista em Florianópolis e com tecnologias.
Depois, eu avalio risco de mancha e reatividade. Aqui entram: Fitzpatrick, histórico de melasma/PIH, sensibilidade, barreira, rotina de sol e uso de ativos.
Por fim, a execução precisa ser coerente: ajuste de energia, técnica e resfriamento/comfort não são "detalhes", e sim parte do controle de reatividade e da previsibilidade.
Abaixo está uma versão objetiva do raciocínio que guia indicação, preparo e parâmetros. Assim, você entende o "como decidimos" - e não apenas o "o que fazemos".
Se você quer aprofundar a base de estabilidade (barreira, inflamação e previsibilidade), eu costumo alinhar com Dermatologia Regenerativa e com Skin Longevity, porque Skin Quality é construída, não improvisada.
| Eixo de decisão | O que avaliamos na consulta | Por que isso importa | Como isso muda a conduta |
|---|---|---|---|
| Fototipo (Fitzpatrick) | Tendência a pigmento, resposta ao sol | Fototipos mais altos podem ter maior risco de PIH | Ajuste de energia, preparo e pós mais rigorosos |
| Melasma/PIH | História, gatilhos, estabilidade | Melasma pede estratégia completa, não "tiro curto" | Se instável, priorizo controle antes de laser |
| Rosácea/sensibilidade | Rubor, ardor, reatividade | Pele inflamada reage mais a energia | Primeiro estabilizo barreira e inflamação |
| Barreira cutânea | Ressecamento, descamação, uso de ácidos | Barreira frágil = maior risco de irritação e mancha | Preparo de pele e pausa de irritantes |
| Sol planejado | Viagens, praia, esporte ao ar livre | Exposição aumenta risco de pigmento | Ajuste de timing e janela do tratamento |
| Ativos e fármacos | Retinoides, ácidos, fotossensibilizantes | Interferem em tolerância e cicatrização | Orientações claras de pausa e retorno |
Se você quer aprofundar a base de estabilidade (barreira, inflamação e previsibilidade), eu costumo alinhar com Dermatologia Regenerativa e com Skin Longevity, porque Skin Quality é construída, não improvisada.
Quando bem indicado, o RedTouch PRO costuma contribuir para:
Ainda assim, é essencial manter a honestidade clínica: resultado depende de biologia, rotina, fotoproteção e plano. Por isso, eu sempre explico limites e manutenção antes de começar.
A estética que preserva identidade é construída por prioridades. Assim, o RedTouch pode ser uma peça de um plano maior, quando existe coerência.
Nesse contexto, o Red Touch (como termo de busca) costuma aparecer quando a pessoa quer "melhora de pele sem cara mexida". A decisão correta, porém, é sempre clínica.
Se você prefere navegar por objetivo, aqui estão rotas diretas (todas focadas em páginas internas de tratamento, não em home):
(Além de facilitar sua navegação, essa seção deixa explícito que os sites funcionam como hub de decisão, conectado a rotas clínicas e tecnológicas do ecossistema.)
Eu entendo que, para um paciente criterioso, o tema "segurança" não é um rodapé - é o centro. Por isso, na Clínica Rafaela Salvato Dermatologia, a decisão por tecnologia inclui:
Se você deseja entender o "onde" e o padrão do espaço físico, veja a página de clínica e, para visão de tecnologias no perfil, consulte Tecnologias avançadas.
Você pode encontrar a palavra "laser" em muitos lugares. No entanto, o que muda seu resultado é método + seleção + execução + acompanhamento.
Eu sou a Dra. Rafaela Salvato, médica dermatologista em Florianópolis, CRM-SC 14.282 e RQE 10.934 (SBD). Na prática, isso significa: formação reconhecida, atuação dentro de padrões éticos e uma rotina clínica que prioriza previsibilidade, naturalidade e segurança.
Além disso, eu trabalho com uma filosofia de estética discreta (Quiet Beauty) em que a pergunta-chave é: "o que melhora sua pele sem apagar sua identidade?". Por isso, o a tecnologia certa só entra quando ele serve ao seu objetivo com coerência, e quando a matriz de risco está favorável. Se o melhor para você for outro caminho, eu explico com transparência.
Conteúdo revisado por médica dermatologista: Dra. Rafaela Salvato - CRM-SC 14.282 | RQE 10.934 (SBD)
Data: 04 de fevereiro de 2026
Nota de responsabilidade: este material é educativo e não substitui consulta, exame clínico e prescrição individualizada.